Tatu na Trilha Ecoturismo - Vale do Capão

 

"O ecoturismo é uma forma de viagem responsável em ambientes naturais que contribui a preservação do meio ambiente e ao bem estar das populações locais"
A agência Tatu na Trilha oferece roteiros de ecoturismo na Chapada Diamantina há mais de 15 anos sempre procurando a maior aproximação entre os visitantes e a natureza exuberante que caracteriza nossa região. Nossa localização no Vale do Capão , coração do parque nacional, facilitou nossa integração e perfeito conhecimento desta unidade de conservação . Estamos sempre a procura de melhorias dos nossos serviços, particularmente da segurança durante os roteiros. Alcançamos a certificação pela ABNT /INMETRO (182-018/10) para os roteiros de caminhada no vale do Pati Fomos a primeira agência a realizar a travessia Lençóis Buracão, do norte a sul do parque nacional em 7 dias/100km Sua satisfação sera nosso maior orgulho.

operacaotatu@infochapada.com  ou SKYPE: tatufeliz ou Tel: 07533441124

Trekkings Lençois Capão 2 dias Buracão e Pati Mapas dos roteiros Transporte Vale do Capão

 

 

Escolha seu roteiro

  • Trekking itinerante de três dias no vale do Pati com hospedagem em casa de nativos . Dois níveis de dificuldade, média alta (A) e média (B). Ver itinerário nos mapas.

  • Mini trekking em dois dias para conhecer o Pati. Capão Pati e saída pela vila do Guiné.

  • Travessia Capão Andaraí em 4 ou mais dias com visita ao Cachoeirão do Pati. Dificuldade média alta

  • Travessia Capão Guiné. 1 dia. Passando pelo Mirante do Pati e volta de carro para Capão

  • Travessia Lençóis Capão pelo vale do Ribeirão e cachoeira da Fumaça, roteiro de dois dias com volta para Lençóis. Hospedagem no Capão

  • Travessia Capão Lençois - 1 dia

  • Cachoeira do Buracão e Mirante do Pati. Roteiro regional de dois dias com uma noite em Mucugê

  • Caminhadas de um dia a partir de Capão: Cachoeira da Fumaça/ Gerais do Vieira com rio Ancorados / Cachoeira da Purificação e poço Angelica/ Águas Claras e Morrão/ Morrão e Conceição dos Gatos/ Vale do Mucugezinho e Morro do Pai Inácio/ Águas Claras e Campo de São João/ Caverna Torrinha+Morro do Pai Inácio+Poço do Mucugezinho (roteiro de carro)


TREKKING ITINERANTE DE 3 DIAS NO VALE DO PATI -  PARTE  CENTRAL DO PARQUE NACIONAL

CACHOEIRA DOS FUNIS TRAVESSIA DE RIOS  GERAIS DO RIO PRETO DO PATI ENFIM SOLTOS NA TRILHA!

EM DESTAQUE

  • Um meio ambiente repleto de rios e cachoeiras único no Brasil numa área preservada e somente acessível a pé

  • As florestas primarias repletas de orquídeas e bromélias, os altiplanos que deixam o viajante entrar em comunião com a natureza

  • O contato com os povos nativos que sabem receber com carinho e fartura o visitante.

  • Nota : este trekking exige uma boa condição física com 7 a 8 horas de caminhada por dia assim como o material adequado (ver lista a seguir) O itinerário pode ser modificado em função das condições meteorológicas. Inicio da caminhada no Vale do Capão. A participação ao trekking passa por uma avaliação com o guia na véspera na qual são abordados todos os aspectos do roteiro e contratação do seguro. Sua bagagem poderá ficar na agência.

     

    Opção A

    Dia 1 : vale do Capão - altiplanos do Vieira - vale do Pati - 6 a 7 horas de caminhada. Desnivel de 600m

Saída às 08hs de carro da agência até a vila do Bomba, início da trilha do Pati. A trilha sobe por uma bela floresta até alcançar o corrego da galinha onde se avista toda a extensão do Vale do Capão. Atravessamos em seguida os Gerais do Vieira, grandes extensões planas percorridos por vários rios com cachoeiras. Estes altiplanos foram usados como pasto durante décadas. A administração do parque determinou no ano de 2000 a expulsão do gado como garantia da preservação efetiva da área Lanche e banho na Cachoeira dos Cristais onde um antigo rancho oferece abrigo em caso de chuva (na Bahia chove também!). Seguimos pela trilha dos tropeiros, lindo visual sobre o conjunto da serra do Sincorá.  Temos aqui uma linda vegetação de campo rupestre, plantas insetívoras, orquídeas e sempre-viva (Paepalanthus). Podemos ver o Gavião pé de Serra e com muita sorte o urubu rei que frequenta as alturas. Alojamento em casa de nativos no Pati de cima , quartos e banheiros coletivos. Camas com lençóis e cobertores, toalha de banho.

  • Dia 2 : vale do Pati - cachoeira dos Funis - Prefeitura. 4 a 5 horas de caminhada.

Depois do café da manhã bem caprichado com produtos da roça, vamos pela floresta densa num percurso de ume hora e meia até a Cachoeira dos Funis. O conjunto de duas quedas d´água impressiona, rodeado de matas primitivas. Seguimos o roteiro vale abaixo até alcançar a antiga prefeitura do Pati na beira do rio. O imóvel restaurado oferece belo visual sobre as falésias do morro dos Dedos. Várias casas de nativos se espalham nos arredores. Aproveitamos para visitar o Poço da Árvore, bela piscina natural e cachoeira no meio da mata. Jantar e segunda noite

  • Dia 3 : vale do Pati - vale do Calixto.-Capao  6 a 7 horas de caminhada. Desnivel de 700m

O vale do Calixto apresenta uma densa floresta nativa e duas belas cachoeiras para banho e relaxamento. Presença do macaco Barbado (Bujio) que urra na densa floresta principalmente nas epocas de reproduçao, de setembro a janeiro. Subimos na mata até alcançar os gerais num belo ponto de vista sobre a Baixa Funda (zona intangível do parque nacional) que aglomera as nascentes do rio Roncador e Ancorados. Seguimos para o norte até a Toca do Gaucho. O tal do Gaucho morou nesta toca nos anos 80 e procurava ouro nos gerais. Passamos pelo rio Ancorados e suas pedras alaranjadas, paradinha para descanso. Chegada no Capão no final da tarde, ufaaa, sao 18h00.

 

        Opção B

  • Dias 1 e 2 idênticos

  • Dia 3 : Prefeitura, Gerais do rio Preto, colo do Beco e vila de Guiné. Com a finalidade de ter um roteiro mais leve nossa trilha de retorno vai em direção a vila de Guiné, na parte oeste do Parque Nacional. Atravessamos toda a extensão dos Gerais do Rio Preto com parada para lanche na beira do rio. O colo do Beco oferece um panorama excepcional sobre a planície que separa as duas cordilheiras com a serra do Barbado no extremo oeste. Chegando embaixo da ladeira calçada de pedras pegaremos um carro para voltar no Capão.

  • Dia 4 (opcional nos dois roteiros A e B): Cachoeirão de Cima, Prefeitura. 5 á 6 horas de caminhada. O maior cãnion do Pati recebe a majestosa cachoeira de 220 metros de altura conhecida como Cachoeirão. Do alto da cachoeira é possivel admirar a subida do Imperio que leva para a cidade de Andadrai assim como a densa floresta que cobre o vale do Cachoeirao. Lanche no local. Volta a Prefeitura no final do dia.

.         Mini Trekking no Vale do Pati

De uma duração de dois dias para quem não tem muito tempo, este mini trekking permite conhecer o vale do Pati passando uma noite hospedado no Pati de cima.em casa de nativo A saída se da pela vila do Guiné.

  • Dia 1 : vale do Capão - altiplanos do Vieira - vale do Pati - 6 a 7 horas de caminhada. Desnivel de 600m

Saída às 08hs de carro da agência até a vila do Bomba, início da trilha do Pati. A trilha sobe por uma bela floresta até alcançar o corrego da galinha onde se avista toda a extensão do Vale do Capão. Atravessamos em seguida os Gerais do Vieira, grandes extensões planas percorridos por vários rios com cachoeiras. Estes altiplanos foram usados como pasto durante décadas. A administração do parque determinou no ano de 2000 a expulsão do gado como garantia da preservação efetiva da área Lanche e banho na Cachoeira dos Cristais onde um antigo rancho oferece abrigo em caso de chuva (na Bahia chove também!). Seguimos pela trilha dos tropeiros, lindo visual sobre o conjunto da serra do Sincorá.  Temos aqui uma linda vegetação de campo rupestre, plantas insetívoras, orquídeas e sempre-viva (Paepalanthus). Podemos ver o Gavião pé de Serra e com muita sorte o urubu rei que frequenta as alturas. Alojamento em casa de nativos no Pati de cima , quartos e banheiros coletivos. Camas com lençóis e cobertores, toalha de banho

 

  • Dia 2 : Prefeitura, Gerais do rio Preto, colo do Beco e vila de Guiné. Com a finalidade de ter um roteiro mais leve nossa trilha de retorno vai em direção a vila de Guiné, na parte oeste do Parque Nacional. Atravessamos toda a extensão dos Gerais do Rio Preto com parada para lanche na beira do rio. O colo do Beco oferece um panorama excepcional sobre a planície que separa as duas cordilheiras com a serra do Barbado no extremo oeste. Chegando embaixo da ladeira calçada de pedras pegaremos um carro para voltar no Capão fazendo aquela paradinha obrigatoria no barzinho de Guiné.

 

NATUREZA VIRGEM VALE DO PATI HOSPEDAGEM         CACHOEIRA DO CALIXTO

 

TRAVESSIA LENCOIS CAPAO E CACHOEIRA DA FUMACA- 2 DIAS  / 1 NOITE NO CAPAO

VALE DO CAPAO FUMACA

CACHOEIRA DO RIACHINHO

O MORRAO

 

EM DESTAQUE

  • A travessia Lençóis Capão é um mergulho no coração preservado e histórico do parque nacional. O Morrão é um dos maiores símbolos da região.

  • A cachoeira da Fumaça a partir do Capão, uma garantia de chegar no local antes dos outros visitantes

  • A cachoeira do Riachinho, um banho revitalizante depois da caminhada da Fumaça

  • O vale do Capão é uma vila de vários sotaques, artistas do mundo todo frequentam este vilarejo onde se praticam todo tipo de terapias.

 

Dia 1 : travessia Lençois Capao. 6 a 7 horas de caminhada, desnivel de 600 metros.

Este roteiro percorre a trilha lendária do século 17 que usavam os tropeiros para chegar em Lençóis vindo do sul do estado ou de Minas Gerais. Num passado recente as mulas do Capão carregavam para a feira de Lençóis as bananas e o café plantados no vale. O garimpo de diamante deixou obras de pedras como regos e tocas usadas pelos garimpeiros. Paramos na beira do rio Ribeirão para o lanche e logo depois avistamos o gigante telúrico da Chapada, o Morrão conhecido também como Monte Tabor. No final da tarde chegamos perto do Capão onde um carro nos espera para terminar nosso roteiro até a vila.

  Dia 2 : cachoaira da Fumaça e Riachinho. 4 horas de caminhada, desnivel de 300 metros. Volta para Lençois no fim da tarde

 Vamos de carro até o início da trilha que leva a uma das maiores quedas d'água do Brasil, com 380 metros de queda livre. Uma subida íngreme para começar e em seguida a extensão dos gerais que abrigam uma flora riquíssima de bromélias, orquídeas e cactos. Em época de estiagem, de setembro a dezembro, ela fica com menos água e o vento leva de volta as gotinhas formando a famosa "fumaça". Lanche no local. Visita a Cachoeira do Riachinho para banho e relaxamento.  Volta para Lençois no fim da tarde.

Material : uma mochila pequena (20l) é suficiente para esta travessia de dois dias

CAETE ACU - VALE DO CAPAO

 

TRAVESSIA CAPAO GUINE- 1 DIA

CAPAO VISTO DO VIEIRA MIRANTE DO PATI

GERAIS DO RIO PRETO E PATI

NA TRILHA

 

EM DESTAQUE

  • A travessia Capão Guiné permite mergulhar no parque nacional em apenas um dia.

  • Os gerais do Vieira e o ponto de vista maravilhoso do mirante do Pati

  • A volta de carro para Capão no final do dia

 

Este roteiro de 6 horas de caminhada permite adentrar o parque nacional passando primeiro pelos gerais do Vieira, altiplanos situados a 1200 metros de altitude. Temos uma parada estratégica para almoço no "Rancho" onde podemos tomar um banho delicioso antes de subir pela passagem conhecida como "quebra bunda" e seguir mas adiante pelos gerais do Rio Preto. Chegando no mirante de tarde temos o privilégio de ver toda a extensao do vale do Pati aos nossos pés. Seguimos pela trilha para o oeste em direçao ao Beco do Guiné onde se vê até a serra do Barbado. Chegada prevista na vila de Guiné as 16h30 e volta de carro para Capao (2h30 de percurso)

 

CACHOEIRA DO BURACÃO - MIRANTE DO PATI - CIDADE DE MUCUGÊ - 2 DIAS / 1 NOITE

CACHOEIRA DO BURACÃO

 

EM DESTAQUE

  • a cachoeira do Buracão, espetacular queda d’agua no município de Ibicoara.

  • o mirante do Pati, o coraçao do parque nacional

Dia 1: Mirante do Pati. Vila de Guiné. Mucugê. 4 horas de carro. 5 horas de caminhada.

Saímos de Capão às 8h30 para tomar o rumo do sul pela estrada de terra que corre no oeste do parque nacional entre Palmeiras e Mucugê. Temos neste trecho de estrada um visual incrível sobre a cordilheira do Sincorá, um paredão de 500 metros de altura que esconde o vale do Pati. A pequena vila de Guiné foi no passado um dos principais acessos ao interior do parque, o gado costumava subir nas alturas na época da estiagem. Pegamos a trilha subindo forte até o Beco onde se tem grande panorama sobre as planícies, avistando no horizonte a serra do Barbado e o Pico das Almas. A trilha segue pelos gerais do Rio preto até chegar na “rampa” onde se tem a maior vista da Chapada, o Mirante do Pati. Parada na volta para um banho nas aguas do rio Preto. Seguimos de carro até a vila de Mucugê (antigamente Santa Isabel do Paraguaçu) para um pernoite nesta vila que resume na sua arquitetura toda a história de riqueza da Chapada Diamantina.

Dia 2: Cachoeira do Buracão. Ibicoara. 110 km de Mucugê, 1h30 de caminhada

Depois do café da manhã seguimos para o sul até a vila de Ibicoara, grande centro produtor de café onde paramos para pegar o guia que nos acompanhará até o Buracão (a presença de um guia local é obrigatória nesta visita). São mais 30 km de estrada de chão até chegar no local de estacionamento. Ainda 40 minutos de caminhada para alcançar o desfiladeiro no qual desce com força total o fluxo do rio que forma a cachoeira. Parece a entrada de um mundo perdido que cruzamos andando pela beira do paredão ou nadando no rio até descobrir a majestosa queda de 80 metros que enche de vapor de água a imensa piscina rodeada de rocha. Voltamos no final da tarde para Mucugê e seguimos para Capão.

MUCUGÊ MIRANTE DO PATI MIRANTE DO PATI MUCUGÊ

 

Veja também "Todas as Trilhas da Chapada" com mapas e a "Travessia do Parque Nacional de norte a sul, 120km de caminhada"

 

Política de Segurança da agência "Tatu na Trilha Ecoturismo"

A agência "Tatu na Trilha" procura oferecer e fomentar as atividades de turismo de aventura dentro e ao redor do Parque Nacional da Chapada Diamantina (BAHIA) com a máxima segurança para seus clientes e o compromisso de melhorar as condições ambientais e sociais desta Unidade de Conservação.Para alcançar este objetivo a empresa trabalha nos seguintes aspectos:

  • Identificação e análise dos riscos para todas as pessoas envolvidas nas operações, colaboradores e clientes com a finalidade de minimizar a probabilidade de acidentes e incidentes.

  • Satisfação dos clientes no que se refere aos serviços prestados e interação com as populações locais, seus costumes e tradições.

  • Minimizar os impactos ambientais e sociais tendo sempre em mente uma conduta responsável em ambiente natural, mais ainda sendo uma unidade de conservação. As boas práticas consagradas de segurança e comportamento são um fio condutor para alcançar a minimização dos impactos

  • Atender as legislações vigentes relacionadas ao meio ambiente e segurança das atividades ao nível municipal, estadual e federal.

  • Melhoria contínua da qualidade e segurança dos serviços oferecidos

Os trekkings são realizados com guias experientes, formados para dar informações sobre fauna, flora e cultura regional. O briefing com o guia é obrigatório e deve ser realizado na sede da agência na véspera da saída. Material de apoio utilizado : binóculos para observação da fauna e da flora, mapas para identificação dos roteiros e elementos geográficos, kit de primeiro socorro. Grupos de no máximo 8 pessoas .

Material necessário para caminhadas longas

Lanterna com pilhas novas + troca

Casaco impermeável ou capa de chuva

Tennis confortável ou sapato de caminhada

Mochila de ataque (30 a 40 litros)

Roupa de banho

Trocas de roupa, meias (número de dias na trilha +2 pares)

Protetor solar + boné + óculos escuros

Papel higiênico, toalha pequena

Cantil ou garrafa pet

Chinelo para noite

Moletom de maio a setembro

Mini farmácia individual (band aid, álcool iodado, gaze).

Informar a agência em caso de dependência a medicamentos ou problemas de saúde

 

 Tel : 75 33441124 Contato : Tatu na Trilha Ecoturismo

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Excursões e caminhadas leves de um dia nos principais atrativos naturais a partir do Vale do Capão

Cachoeira da Fumaça e Cachoeira do Riachinho. 4 a 5 horas de caminhada de dificuldade média com um duplo desnível de 300 metros.

 

O início da trilha que leva a uma das maiores quedas d'água do Brasil, com 340 metros de queda livre fica nos Campos, perto da Vila.  A região abriga uma flora riquíssima de bromélias (Aechmea) orquídeas e cactos assim como o mocó (Kerodon rupestre), pequeno roedor de campo rupestre. Em época de estiagem, de setembro a dezembro, a cachoeira fica com pouca água e o vento leva de volta as gotinhas formando a famosa "fumaça". Uma opção para os mais preparados é chegar na frente da queda d´água, na trilha do Palmital. Na volta, visita a Cachoeira do Riachinho para banho e relaxamento. Volta para a Vila de Caeté-Açú no fim da tarde.

Cachoeira do Rio Preto, Corredeira das Rodas. 3 a 4 horas de caminhada de nível fácil a moderado

 

O Rio Preto é o maior rio da região, sua nascente fica no cume do Parque Nacional. A abundancia das águas criou um belo cenário de blocos graníticos revirados, cachoeiras e poços.

Um belo passeio que serpenteia pelas areias das antigas trilhas dos tropeiros, vegetação de Caatinga, cactos e plantas "de cheiro".Visitamos antigos garimpos de diamante com as tocas que foram moradas dos garimpeiros. Uma bela cachoeira e um poço gigante no final da descida pelo leito do rio. Volta de tarde a Vila de Caeté Açu, passando pela corredeira das Rodas onde funcionavam antigamente rodas d´água para o beneficiamento da farinha e do café.

 

 

Gerais do Vieira com Ancorados e cachoeira dos Cristais. 5 a 6 horas de nível moderado.

 

De carro traçado até a vila do Bomba, último casario no final do Vale do Capão. A trilha sobe nas escarpas do Morro da Moitinha e atravessa parte dos Gerais do Vieira, planalto de grande beleza onde se avista as serras do Vale do Pati. Umas pedras enormes caídas das encostas formam jardins suspensos. Estes altiplanos foram usados como pasto e garimpo de ouro durante décadas. Parada para banho e lanche no rio Ancorados, afluente do rio Roncador. Travessia dos Gerais até a cachoeira dos Cristais com belo visual para o vale do Pati. Banho com direito a massagem natural na queda d'água protegida por uma densa mata.  Chegada à vila prevista para o final da tarde, trajeto de volta de carro (10 km).

Travessia  Capao.Lençois 6 a 7 horas de caminhada. nível moderado alto. Desnivel de 600m

Este roteiro percorre a trilha lendária do século 17 que usavam os tropeiros para chegar em Lençóis vindo do sul do estado ou de Minas Gerais. Num passado recente as mulas do Capão carregavam para a feira de Lençóis as bananas e o café plantados no vale. O garimpo de diamante deixou obras de pedras como regos e tocas usadas pelos garimpeiros. Passamos pelo gigante telúrico da Chapada, o Morrão conhecido também como Monte Tabor e em seguida paramos na beira do rio Ribeirão para o lanche . No final da tarde chegamos no alto da serra que domina Lençois e descemos atravessando belos campos rupestres.

Morrão, Águas Claras e Vila de Conceição dos Gatos. 5 a 6 horas de caminhada de nível moderado num percurso de 12km.

 

De carro até a comunidade das Campinas onde se atravessa o Riachinho para descobrir a antiga trilha dos tropeiros que segue até Lençois. Correndo de gerais em baixadas úmidas a trilha se aproxima do espetacular monolíto chamado Morrão (Monte Tabor). A percepção muda toda hora, a gente se sente bem pequena no pé do gigante. A nascente do rio Mucugezinho oferece um belo banho no lugar chamado Águas Claras. Depois do descanso seguimos dando a volta do Morrão e descendo para a pequena vila de Conceição dos Gatos onde outra bela cachoeira nos aguarda (Boa Vista) além de uma comunidade acolhedora com casa de farinha em funcionamento. Almoço nativo possível na comunidade. Resgate de carro no fim da tarde.

 

Veja no Google Earth a situação geral do Vale do Capão com trilhas e principais pontos de referência (tem que ter instalado o programa Google Earth no seu computador) e assista um vídeo de apresentação dos roteiros :You Tube   Entre em contato para se informar sobre tarifas dos trekkings, datas e  grupos já formados, aproveite as tarifas de grupo.

COMO CHEGAR AQUI - TRANSPORTES

ÔNIBUS

  • Salvador - Chapada Diamantina / Vale do Capão

Rodoviária de Salvador, destino Seabra, descer em Palmeiras

Salvador Palmeiras Palmeiras Salvador
Saída Chegada Saída Chegada
23h00 06h30 06h30 14h00
07h00 14h30 12h15 19h30
16h30 00h30 22h30 06h00

Em Palmeiras carros coletivos levam os passageiros até o Vale do Capão, parada na praça à 50m da pousada Tatu Feliz (não tem carro na chegada das 00h30). 40 minutos de viagem, R$ 15,00 por pessoa. Traslado de volta a partir da praça.

 

CARRO . A partir de Salvador, seguir até Feira de Santana e em seguida a BR 116 até o entroncamento da BR 242 ( Salvador / Brasília ). Seguir até Itaberaba. Continuar até a entrada de Palmeiras, 20 km de estrada de terra em bom estado até o vale do Capão.

 

AVIÃO

Aeroporto Horácio de Mattos (Tanquinho) A 60 km de Lençóis. Vôo a partir de Salvador com a Trip Linhas Aéreas. Quinta e domingo, consultar a companhia aérea para o tarifário.

Veja no Google Earth a situação geral da parte Norte do Parque Nacional e também do Vale do Capão com trilhas e principais pontos de referência (tem que ter instalado o programa Google Earth no seu computador)     

 

COMENTÁRIOS DE CLIENTES

Bom dia Liz,
 
Gostaria de agradecer por tudo. Adorei a pousada, o serviço e a atenção que vcs me deram.
Os três dias no Pati foram demais. A estadia em casa da D. Raquel foi perfeita, principalmente a comida.
A integração do grupo foi ótima e adoramos o trabalho de Vinicio.
 
Muito obrigado
Abraços
Arlei Nascimento - 08/2016

 

Prezados amigos do Tatu na Trilha,

Gostaria de agradecer o apoio operacional que recebemos na semana passada durante a Travessia do Vale do Paty.

A travessia foi muito bem organizada. Tudo correu bem. Os horários foram cumpridos e todos os participantes foram muito cordiais e profissionais.

Gostaria também de tecer um elogio especial ao guia Jean Conde. Ele se mostrou um EXCELENTE profissional.

Um homem responsável, culto, simpático, consciente, seguro e muito profissional.

Fez um ótimo breafing antes do início da caminhada. Respeitou o nosso ritmo de caminhada, manteve o grupo unido e nos apoiou em tudo o que precisamos.

Foram ótimos dias de convivência onde aprendemos muita história e conhecemos lugares lindíssimos.

Sempre com calma e segurança, que são fundamentais para o sucesso de uma atividade repleta de surpresas e relativo perigo.

Estando também os cumprimentos a todos os que nos ajudaram direta ou indiretamente nesta aventura: D.Raquel e seus muitos filhos , Jóia, colaboradores do Tatu na Trilha e demais amigos que contribuíram para o sucesso desta empreitada. No mais... Fica o meu abraço, o coração apertado por deixá-los e o gostinho de quero mais.

Espero revê-los em breve em uma nova aventura.

Um grande abraço a todos

Luiz Flávio Esteves (SP)   

 

O VALE DO CAPÃO

 A vila de Caeté-Açú (distrito de Palmeiras) concentra os serviços e a maior parte da população do Vale do Capão. Ela soube preservar seu aspecto e charme originais em torno da pequena igreja e do "coreto" erguido pelos próprios moradores para uso coletivo. As numerosas associações (Pais e mestres, Apicultura, Guias) e grupos como o Circo do Vale, o Coral e a Capoeira sustentam um calendário repleto de apresentações e reuniões públicas, assim como um radiante sentimento de pertencer a uma comunidade ativa.

O Vale do Capão vem se preparando há muitos anos para receber visitantes e incorporou a dimensão da sustentabilidade no seu crescimento.

O Vale foi durante décadas o provedor de café, bananas e serviços para os garimpeiros que trabalhavam nas serras próximas. Os anos 1920/1930 foram certamente o auge das atividades ligadas ao garimpo de diamante. A comunicação da época se dava principalmente pela trilha calçada de pedras Guiné / Volta da Serra / Sitio Novo / Capão / Lençóis; os tropeiros asseguravam a circulação das mercadorias numa linha Norte / Sul saindo de  Minas Gerais até Juazeiro. Os mais velhos como Seu João (Pai de Medinho) e Seu Anízio (Pai do famoso Palito) contam os feitos e desfeitos que caracterizavam a época.

O fim do ciclo do diamante e a queda dos preços do café mergulharam o vale numa longa recessão. Os anos 70 e 80 foram sinônimos de emigração para São Paulo á procura de trabalho e melhores condições de vida. A chegada a partir do anos 80 de novos moradores oriundos da cidade e a procura de uma vida natural (comida integral, fenômeno comunitário, cura natural, espiritualidade) foi um elemento decisivo na recuperação do crescimento local. Esses novos moradores trouxeram idéias e comportamentos novos. Aos poucos a integração cultural e a cooperação entre eles e a população nativa mudou o rumo do Capão. As novas perspectivas trouxeram de volta os familiares exilados em São Paulo gerando um crescimento da população e novos empreendimentos.

A nova fase de  desenvolvimento do Vale e da região se deve a perfeita adequação do quadro natural e humano ao ecoturismo de hoje. A ausência de  grandes empreendimentos turísticos e o surgimento de unidades hoteleiras de pequeno e médio porte preservam o ambiente rural. O Vale atrai pessoas que procuram uma dimensão cultural e ecológica, assegurando ao desenvolvimento local uma escala humana para um turismo de qualidade e respeito.

       

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